UE retira Moçambique da lista de países com maior risco de branqueamento de capitais e financiamento ao terrorismo
A nova avaliação pelos organismos da Comissão Europeia reconhece progressos importantes feitos por vários países que estavam sob monitorização. Moçambique, junto com Burkina Faso, Mali, Nigéria, África do Sul e Tanzania, deixou a lista depois de demonstrar melhorias reais nos seus sistemas de prevenção e controlo.
Para Moçambique e os demais países retirados da lista, esta decisão tem efeitos práticos:
- Menos barreiras nas operações financeiras com a UE
Instituições europeias deixam de ser obrigadas a aplicar medidas adicionais de vigilância em todas as transações. Isso facilita investimentos, comércio e acesso a serviços financeiros. - Mais confiança internacional
Sair da lista é um sinal claro de que o país reforçou os seus mecanismos de combate ao crime financeiro. Essa credibilidade ajuda na atração de parceiros económicos e no fortalecimento da imagem do país no exterior. - Incentivo à continuidade das reformas
A decisão mostra que os esforços feitos até agora foram reconhecidos, mas também encoraja a manutenção e o aprofundamento das melhorias já em curso.
A União Europeia mantém o compromisso de trabalhar lado a lado com os países parceiros para garantir sistemas financeiros mais seguros e transparentes.
Esta actualização acontece pouco tempo depois de o Grupo de Acção Financeira Internacional (GAFI) ter oficialmente retirado o país da "lista cinzenta", o que restaurou o a confiança internacional no ambiente de investimento nacional e melhoria no acesso ao crédito.
Estes são passos importantes para Moçambique e para todos os países que continuam a avançar firmes no combate ao crime financeiro internacional.
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