A presença de observadores internacionais é útil?

Representantes da sociedade civil são-tomense respondem à pergunta

A presença de observadores internacionais é útil?

Vera Cravid, membro da Associação São-tomense de Mulheres Juristas, responde à pergunta.

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No Relatório Preliminar da MOE UE, podemos ler que em São Tomé e Príncipe "a falta de disposições legais para a observação nacional priva o processo de um elemento importante. A observação nacional não está prevista na Lei Eleitoral, o que está em desacordo com os princípios internacionais. Os grupos da sociedade civil não puderam, portanto, participar adequadamente nas eleições, privando o processo eleitoral de uma componente importante. A introdução da observação nacional é uma questão debatida em SãoTomé e Príncipe".

A opinião de Eduardo Elba Espírito Santo, Secretário Permanente da Federação das ONG de São Tomé e Príncipe:

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A opinião de Hernani Santiago, Presidente de Transparência Eleitoral em São Tomé e Príncipe:

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A opinião do pintor e musico são-tomense João Carlos, nome artístico "Nezó". Os observadores da UE o encontraram no seu estúdio em São João de Angolares.

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Podem baixar o Relatório Preliminar da MOE UE aqui:

https://www.eeas.europa.eu/.../relatorio-preliminar-da...

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Video Credits: MOEUE/Dario Pequeno Paraíso